{"id":2902,"date":"2017-09-06T03:00:46","date_gmt":"2017-09-06T06:00:46","guid":{"rendered":"https:\/\/cooperativa.inverta.org\/?post_type=product&#038;p=2902"},"modified":"2026-10-25T07:26:24","modified_gmt":"2026-10-25T10:26:24","slug":"a-crise-organica-do-capital-o-valor-a-ciencia-e-a-educacao","status":"publish","type":"product","link":"https:\/\/cooperativa.inverta.org\/?product=a-crise-organica-do-capital-o-valor-a-ciencia-e-a-educacao","title":{"rendered":"A Crise Org\u00e2nica do Capital: o valor, a ci\u00eancia e a educa\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>[et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; _builder_version=&#8221;4.16&#8243; custom_padding=&#8221;0px||||false|false&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.16&#8243; background_size=&#8221;initial&#8221; background_position=&#8221;top_left&#8221; background_repeat=&#8221;repeat&#8221; width=&#8221;100%&#8221; custom_padding=&#8221;0px||0px||false|false&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.16&#8243; custom_padding=&#8221;|||&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; custom_padding__hover=&#8221;|||&#8221;][et_pb_wc_breadcrumb _builder_version=&#8221;4.16&#8243; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_wc_breadcrumb][et_pb_wc_cart_notice _builder_version=&#8221;4.16&#8243; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_wc_cart_notice][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row column_structure=&#8221;1_2,1_2&#8243; _builder_version=&#8221;4.16&#8243; background_size=&#8221;initial&#8221; background_position=&#8221;top_left&#8221; background_repeat=&#8221;repeat&#8221; width=&#8221;100%&#8221; custom_padding=&#8221;0px||||false|false&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_column type=&#8221;1_2&#8243; _builder_version=&#8221;4.16&#8243; custom_padding=&#8221;|||&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; custom_padding__hover=&#8221;|||&#8221;][et_pb_wc_images _builder_version=&#8221;4.16&#8243; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_wc_images][\/et_pb_column][et_pb_column type=&#8221;1_2&#8243; _builder_version=&#8221;4.16&#8243; custom_padding=&#8221;|||&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; custom_padding__hover=&#8221;|||&#8221;][et_pb_wc_title _builder_version=&#8221;4.16&#8243; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_wc_title][et_pb_wc_rating _builder_version=&#8221;4.16&#8243; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_wc_rating][et_pb_wc_price _builder_version=&#8221;4.16&#8243; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_wc_price][et_pb_wc_description _builder_version=&#8221;4.16&#8243; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_wc_description][et_pb_wc_add_to_cart _builder_version=&#8221;4.16&#8243; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_wc_add_to_cart][et_pb_wc_meta _builder_version=&#8221;4.16&#8243; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_wc_meta][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.16&#8243; background_size=&#8221;initial&#8221; background_position=&#8221;top_left&#8221; background_repeat=&#8221;repeat&#8221; width=&#8221;100%&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.16&#8243; custom_padding=&#8221;|||&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; custom_padding__hover=&#8221;|||&#8221;][et_pb_wc_tabs _builder_version=&#8221;4.16&#8243; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]\t\t\t\t\t[\/et_pb_wc_tabs][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.16&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]<\/p>\n<h2>Apresenta\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O livro de Aluisio Pampolha Bevilaqua, A crise org\u00e2nica do capital: o valor, a ci\u00eancia e a educa\u00e7\u00e3o, representa um avan\u00e7o significativo na apropria\u00e7\u00e3o da contribui\u00e7\u00e3o fundamental, mas ainda aberta da obra de Marx e Engels, iniciada na d\u00e9cada de 1860 com a proposta de uma cr\u00edtica da economia pol\u00edtica. A extens\u00e3o do projeto impediu sua realiza\u00e7\u00e3o completa e deixou muitas quest\u00f5es a serem desenvolvidas. Na verdade, a maior parte desse trabalho n\u00e3o foi conhecida por grande parte da milit\u00e2ncia pol\u00edtica e intelectuais que foram conhecendo pouco a pouco a extens\u00e3o da obra.Em vida, Marx somente chegou a publicar a primeira parte da cr\u00edtica da economia pol\u00edtica. Tratava-se de um grande esfor\u00e7o te\u00f3rico de desenvolver um m\u00e9todo capaz de articular o processo de conhecimento desde os elementos sist\u00eamicos que serviam de base a esse conhecimento at\u00e9 a capacidade de apropriar-se da realidade atrav\u00e9s da a\u00e7\u00e3o transformadora. No plano de 1857, Marx anunciava a integra\u00e7\u00e3o deste livro com os demais, passando a totalizar tr\u00eas volumes: o primeiro, como processo de produ\u00e7\u00e3o, em seguida como processo de circula\u00e7\u00e3o, e o terceiro, como processo de estudo da acumula\u00e7\u00e3o de capital. Neste plano, Marx anuncia um segundo livro sobre a renda, seja a renda da terra, seja a mineira, partes essenciais do avan\u00e7o do processo de industrializa\u00e7\u00e3o. O terceiro livro era um estudo sobre os Estados nacionais e o quarto, a rela\u00e7\u00e3o entre os Estados nacionais, e ainda o livro quinto sobre o com\u00e9rcio exterior e o livro sexto sobre o mercado mundial e as crises. Chegava-se assim ao livro final dessa critica \u00e0 economia pol\u00edtica, momento em que o pensamento cient\u00edfico volta-se para o fen\u00f4meno social, econ\u00f4mico e pol\u00edtico total. Trata-se da economia mundial atrav\u00e9s dos ciclos econ\u00f4micos. Grande parte desse trabalho j\u00e1 estava escrito em v\u00e1rias vers\u00f5es, mas Marx n\u00e3o se encontrava satisfeito diante da grandeza da proposta.<\/p>\n<p>Esta obra colossal s\u00f3 foi conhecida na sua forma completa na segunda metade do s\u00e9culo XX.<\/p>\n<p>\u00c9 compreens\u00edvel que pelo enorme esfor\u00e7o que representava o pleno conhecimento desse estudo, ele somente tenha sido objeto de debate a partir da segunda metade do s\u00e9culo XX. O esfor\u00e7o de analisar a obra escrita e os processos sociais concretos que ela iluminava era um custo energ\u00e9tico extremamente elevado. Aquele modesto grupo de militantes da Liga dos Comunistas de 1848 havia se transformado em for\u00e7a social e pol\u00edtica impressionante. Com distintos nomes, participara de v\u00e1rios levantes pol\u00edticos nas d\u00e9cadas de 1840 e 1860 em torno da Associa\u00e7\u00e3o Internacional dos Trabalhadores (AIT), conhecida como Primeira Internacional. Para terminar essa fase, vemos a AIT liderar a Comuna de Paris de 1871. Os liberais burgueses, ao esmagarem a Comuna, anunciaram o fim do comunismo. Vinte anos depois, os trabalhadores se reestruturam em partidos pol\u00edticos que d\u00e3o origem a Segunda Internacional.\u00a0 Al\u00e9m de formar-se em quase todos os pa\u00edses europeus, a II Internacional incorporava o imp\u00e9rio czarista e os opositores deste chegaram a liderar a greve geral e a revolu\u00e7\u00e3o russa de 1905. A derrota desta revolu\u00e7\u00e3o trouxe mais \u00e2nimo ao movimento iniciado pelos jovens revolucion\u00e1rios de 1848; \u00e9 natural, portanto, que a Revolu\u00e7\u00e3o de 1917 j\u00e1 integrasse n\u00e3o s\u00f3 a tomada do poder pelos conselhos revolucion\u00e1rios russos sob a dire\u00e7\u00e3o de uma nova internacional: a III Internacional Comunista, j\u00e1 nesse momento a hist\u00f3ria humana produzia um novo regime econ\u00f4mico e social que desafiava as propostas comandadas pelos partidos liberais. A hist\u00f3ria no mundo passa para a gest\u00e3o de uma nova sociedade. At\u00e9 mesmo os reformistas burgueses se convertiam em express\u00f5es reacion\u00e1rias diante da grandeza das transforma\u00e7\u00f5es sociais conduzidas pelos jovens criadores da Liga Comunista.<br \/>\u00c9 natural, portanto, que o esfor\u00e7o te\u00f3rico e pol\u00edtico realizado pelos jovens revolucion\u00e1rios abrisse caminho para um debate hist\u00f3rico que est\u00e1 s\u00f3 no seu come\u00e7o. \u00c9 bom lembrar que somente depois da I Guerra Mundial e, sobretudo, depois da II Guerra Mundial, \u00e9 que o planeta Terra p\u00f4de se interligar em segundos. Chamo aten\u00e7\u00e3o dos leitores deste livro para a grandeza de sua atitude intelectual e pol\u00edtica. S\u00e3o poucos os recursos ainda \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o da grande cr\u00edtica da economia pol\u00edtica que iniciaram Marx e Engels. A proposta est\u00e1 aberta, Aluisio Pampolha Bevilaqua assume a responsabilidade de aprofundar os esfor\u00e7os iniciais que ficaram conhecidos realmente depois da II Guerra, unindo os avan\u00e7os do movimento oper\u00e1rio mundial \u00e0s vit\u00f3rias militares comandadas pelos aliados. Lembremos que a amea\u00e7a nazifascista foi derrubada pelas tropas sovi\u00e9ticas e que os centros coloniais instaurados nos \u00faltimos quinhentos anos foram tamb\u00e9m derrotados nesta grande epopeia.<\/p>\n<p>A obra traz uma nova interpreta\u00e7\u00e3o da lei geral da acumula\u00e7\u00e3o capitalista. Ao refazer o percurso de Marx, desde os Grundrisse at\u00e9 O Capital, o autor identifica a mudan\u00e7a de car\u00e1ter das crises, de crises comerciais no in\u00edcio, passando para crises de produ\u00e7\u00e3o, e chegando \u00e0s crises contempor\u00e2neas marcadas pela predomin\u00e2ncia do capital financeiro, que se torna o centro em torno do qual passam a se manifestar. O crack de 1929 exemplifica esta passagem e o autor exp\u00f5e porque n\u00e3o \u00e9 gratuito que as interpreta\u00e7\u00f5es de V. I. Lenin e H. Grossmann sejam eclipsadas por estudos, como os de P. Sweezy e P. Baran, que deslocam o foco do valor e da mais-valia para o subconsumo e categorias por demais abstratas, como excedente. Consequ\u00eancias graves do ponto de vista pr\u00e1tico e te\u00f3rico a\u00ed se originam.<\/p>\n<p>A obra abre possibilidades imensas para a compreens\u00e3o do car\u00e1ter da crise do capital em que estamos mergulhados ao discutir o papel de uma lei tendencial \u2013 a lei do valor, em determinar o car\u00e1ter dominante da lei geral \u2013 a lei da acumula\u00e7\u00e3o capitalista, fen\u00f4meno resultante do aumento da composi\u00e7\u00e3o org\u00e2nica do valor e a consequente corros\u00e3o do paradigma de mensura\u00e7\u00e3o do valor, o que permite caracterizar a crise contempor\u00e2nea como uma \u201ccrise da estrutura org\u00e2nica do capital\u201d. Ao mesmo tempo, presenciamos o aprofundamento da raz\u00e3o \u00faltima de todas as crises \u2013 o aumento da riqueza num polo e da mis\u00e9ria no outro. Como rea\u00e7\u00e3o, o capital tenta se autonegar, tanto pelo retorno a formas de acumula\u00e7\u00e3o primitiva, como pelo recurso \u00e0 intensifica\u00e7\u00e3o da mais-valia relativa, mas a experi\u00eancia hist\u00f3rica nos mostra que de per si os modos de produ\u00e7\u00e3o n\u00e3o desaparecem.<\/p>\n<p>Retomando os estudos da dial\u00e9tica da depend\u00eancia e sobre a revolu\u00e7\u00e3o cient\u00edfico-t\u00e9cnica, Bevilaqua situa a teoria do valor a partir da rela\u00e7\u00e3o entre pa\u00edses com n\u00edvel de desenvolvimento tecnol\u00f3gico mais avan\u00e7ado e pa\u00edses com menor desempenho tecnol\u00f3gico o que leva a troca desigual entre os dois blocos \u00e0 medida que, nos \u00faltimos, a produ\u00e7\u00e3o de mais valia absoluta tende a ser maior e nos primeiros, o alto desenvolvimento da composi\u00e7\u00e3o org\u00e2nica acarreta o decr\u00e9scimo da produ\u00e7\u00e3o de valor; e tamb\u00e9m o autor ressalta as transforma\u00e7\u00f5es cient\u00edficas e tecnol\u00f3gicas que se desenvolvem desde o advento da m\u00e1quina-ferramenta, m\u00e1quina motriz at\u00e9 a inform\u00e1tica, incorporando crescente capital vivo em capital imobilizado.<\/p>\n<p>Completado o movimento de expans\u00e3o do capital pelo planeta, as crises elevam o n\u00edvel de tens\u00e3o entre os pa\u00edses imperialistas e os demais, n\u00e3o permitindo que se compreenda os grandes impasses atuais sem pensarmos em economia global ou economia-mundo e suas contradi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>\u00c9 lament\u00e1vel observar que ainda s\u00e3o poucos os que se atreveram a responder a estes desafios da hist\u00f3ria. \u00c9 impressionante mesmo como podem se apresentar como exemplos da modernidade e do seu avan\u00e7o civilizat\u00f3rio aqueles que desprezaram estas conquistas.<\/p>\n<p>Esperamos que os leitores desse livro, cujo autor anuncia outras publica\u00e7\u00f5es sobre o impacto destes desafios, se sintam atra\u00eddos por apelos t\u00e3o significativos. Convido o leitor a fazer parte dessa aventura intelectual.<\/p>\n<p><strong>Rio de Janeiro, 10 de julho de 2017<\/strong><br \/><strong>Theotonio dos Santos<\/strong><\/p>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_wc_upsells _builder_version=&#8221;4.16&#8243; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_wc_upsells][et_pb_wc_related_products _builder_version=&#8221;4.16&#8243; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_wc_related_products][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Esta publica\u00e7\u00e3o da Editora INVERTA, nos marcos da comemora\u00e7\u00e3o dos 150 da publica\u00e7\u00e3o de <em>O Capital de Marx<\/em>, traz ao p\u00fablico os resultados de mais de 30 anos de pesquisa do prof. dr. Aluisio Bevilaqua sobre a crise do capital.\u00a0 Fazendo um balan\u00e7o da literatura marxista e n\u00e3o marxista contempor\u00e2nea sobre o tema, al\u00e9m dos escritos do pr\u00f3prio Marx, o autor faz uma contribui\u00e7\u00e3o fundamental \u00e0 compreens\u00e3o do mundo contempor\u00e2neo.<\/p>\n<h4><strong>FRETE GR\u00c1TIS<\/strong><\/h4>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><a href=\"https:\/\/youtu.be\/v2IVdyFciSE?si=MI0wkKsyOxqI-Q2D\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-32085\" src=\"https:\/\/cooperativa.inverta.org\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/Botao-produto-livro-crise-organica-do-capital--300x42.png\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"42\" \/><\/a><\/h4>\n","protected":false},"featured_media":3459,"comment_status":"open","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_et_pb_use_builder":"on","_et_pb_old_content":"<div class=\" et_pb_row et_pb_row_2\">\r\n<div class=\"et_pb_column et_pb_column_1_2 et_pb_column_2\">\r\n<div class=\"et_pb_text et_pb_module et_pb_bg_layout_light et_pb_text_align_left et_pb_text_2\">\r\n<div class=\"et_pb_text_inner\">\r\n<h4 lang=\"pt-BR\">De Aluisio Pampolha Bevilaqua<\/h4>\r\n<h2 lang=\"pt-BR\">Sinopse<\/h2>\r\n<p class=\"western\" lang=\"pt-BR\">Considerando que o conceito de capital \u00e9 express\u00e3o da rela\u00e7\u00e3o social dominante na sociedade capitalista atual, a pesquisa entende que a crise do capital \u00e9 o momento dial\u00e9tico de autonega\u00e7\u00e3o desta rela\u00e7\u00e3o e, como tal, modifica o car\u00e1ter da categoria crise, de conceito subsumido a uma dimens\u00e3o da totalidade concreta completamente articulada pela rela\u00e7\u00e3o capital \u2013 por exemplo, a economia, a pol\u00edtica, o social, entre outras \u2013 para o conceito geral que acompanha a abrang\u00eancia e a estruturalidade ou organicidade da rela\u00e7\u00e3o capital, manifestando-se singularmente na economia, como crise do valor; na ci\u00eancia, como crise de paradigma; e na educa\u00e7\u00e3o, como crise pedag\u00f3gica. A tem\u00e1tica, sob o enfoque te\u00f3rico e metodol\u00f3gico da obra de Marx, apoia-se tamb\u00e9m na literatura afim, marxista e n\u00e3o marxista contempor\u00e2nea, e vai de encontro a enigmas candentes nas ci\u00eancias sociais e humanas que voltam \u00e0 evid\u00eancia com o retorno das crises econ\u00f4micas gerais ou globais; sejam relativos \u00e0s suas naturezas, sejam relativos \u00e0s suas implica\u00e7\u00f5es nos paradigmas te\u00f3ricos que dominam a economia e a educa\u00e7\u00e3o neste per\u00edodo hist\u00f3rico-cr\u00edtico vivido nas d\u00e9cadas iniciais do s\u00e9culo atual.<\/p>\r\n\r\n<\/div>\r\n<div>\r\n\r\n&nbsp;\r\n\r\n<\/div>\r\n<\/div>\r\n<\/div>\r\n<\/div>","_et_gb_content_width":""},"product_brand":[],"product_cat":[17],"product_tag":[],"class_list":["post-2902","product","type-product","status-publish","has-post-thumbnail","product_cat-livros","first","instock","virtual","purchasable","product-type-simple"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cooperativa.inverta.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/product\/2902","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/cooperativa.inverta.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/product"}],"about":[{"href":"https:\/\/cooperativa.inverta.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/product"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cooperativa.inverta.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=2902"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cooperativa.inverta.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/3459"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cooperativa.inverta.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=2902"}],"wp:term":[{"taxonomy":"product_brand","embeddable":true,"href":"https:\/\/cooperativa.inverta.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fproduct_brand&post=2902"},{"taxonomy":"product_cat","embeddable":true,"href":"https:\/\/cooperativa.inverta.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fproduct_cat&post=2902"},{"taxonomy":"product_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cooperativa.inverta.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fproduct_tag&post=2902"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}